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publicado por maria mendonça, em 29.08.09 às 01:19link do post | favorito


No Público, lê-se " chegaram hoje a Portugal os dois cidadãos de origem síria que se encontravam detidos em Guantánamo e "foram restituídos à liberdade". O anúncio foi feito pelo Ministério da Administração Interna (MAI) numa nota de imprensa, que adianta que os ex-reclusos estão instalados em residências cedidas pelo Estado e que não será revelada a sua identidade. Tais cidadãos, que manifestaram interesse em ser acolhidos por Portugal, não são objecto de qualquer acusação, são pessoas livres e estão a viver em residências cedidas pelo Estado, que está a desenvolver as diligências tendentes à sua integração na sociedade portuguesa", salienta uma nota do mesmo Ministério."

 

Bem sei que os direitos humanos não foram respeitados naquela base e que está mais que provado que existiu tortura e violência física. A base deveria ser encerrada, o que Obama vez muito bem. Mas parece que andou a distribuir o lixo que criaram, pelos outros país. O que não me parece de muito bom tom. Honestamente continuo sem entender por que raio de razão Portugal se ofereceu para aceitar receber presos de lá. Atendendo a sempre achei que a segurança deste país é fraca, não estaremos a dar abrigo em residências cedidas pelo Estado, com identidades camufladas a duas pessoas duvidosas?

 

Pode-se ler ainda, que dois sírios possuem vistos especiais que permitem apenas a entrada e permanência em território nacional, não podendo deslocarem livremente na União Europeia. Esta restrição foi decidida no Conselho de Ministros da Justiça e dos Assuntos Internos da União Europeia. Quer dizer que temos dois sírios em Portugal, que nem o resto da União Europeia os quer e que já impôs as suas condições. Mesmo assim, com as fronteiras abertas, quem vai saber se não saíram de cá? 

 

Depois desta notícia é que pergunto mesmo, onde pára a polícia?


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