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publicado por maria mendonça, em 21.09.09 às 23:53link do post | favorito

Ora, ora... um programa sobre sondagens, até parece que andaram a ler o meu post.

Finalmente, não sou a única a pensar que com margens de erro de 3%, mais vale não afirmar nada e neste momento, está tudo em aberto.

 

Agora questiono-me, num país onde a "iliteracia matemática" é imensa, será que a maioria da população percebeu o que se falou sobre intervalos de confiança, a diferença entre sondagens e previsões e de que modo o resultado de uma sondagem pode influenciar o eleitorado? É que uma sondagem influência e até pode alterar a intenção de voto. É por este motivo que o  líder do CDS, Paulo Portas já veio defender a  proibição de resultados de sondagens durante a campanha eleitoral.

(Quando menciono iliteracia matemática, falo a todos os níveis de escolaridade, infelizmente existem muitos economistas e gestores de empresas que nem sabem como passaram a estatística e outros que ficaram pendurados com o canudo por causa desse "cadeirão".) 

 

 

Outra questão, durante o programa falaram que parte do população decide o voto na hora de colocar a cruzinha. Parece um pouco absurdo, uma decisão tão importante, que influência a vida dos outros, a nossa e a do país, e é decidido em cima do joelho, como um bom português, é sempre nas últimas... deve ser por isso que estamos neste estado.


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publicado por maria mendonça, em 19.09.09 às 14:46link do post | favorito

 

Deparei-me, hoje no Público com mais uma sondagem. Desta vez feita pela Intercampos para a TVI, RCP e Público.

Os resultados são PS vence  com 33%, o PSD situa-se nos 30% o Bloco de Esquerda 12%, PCP 9,2% CDS 7%.

A amostra foi de 1024 pessoas, realizada entre os dias 12 e 15 de Setembro num sistema de simulação de voto em urna.

Agora vem a parte mais interessante e que quase sempre nunca se destaca.  A margem de erro indicada pela Intercampus é de 3,05 por cento.

  

Isto é, com uma margem de erro de 3% o PSD pode vir a ganhar com 33% e o PS perder com 30%. Honestamente, mais vale admitir há um empate técnico.

 

Por isso é que as sondagens valem o que valem, nada...

Com a estatística é muito fácil virar o bico ao prego, sempre que se quer e tentar iludir as pessoas.

 




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publicado por maria mendonça, em 14.09.09 às 22:40link do post | favorito

Ouve-se, ouve-se tudo, Senhor Primeiro Ministro.....

Tanta preocupação com as regras, será que ele cumpre sempre as regras?? Ou será como a outra menina que prefere fazer batota para não perder.

 

 


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publicado por maria mendonça, em 08.09.09 às 15:26link do post | favorito

Antigamente havia os burlões, gente que ganhava a enganar os outros, agora surge uma classe ainda mais engraçada. Gente de colarinho branco, cheios de posse  e  discursos que tentam enganar os outros nas letras miudinhas, mas o dinheiro não é para eles...

Tropecei nestas notícias  e achei-as tão interessantes....

 

A primeira dá conta que as taxas  euribor estão nos mínimos qualquer que seja o prazo.  

A Euribor com maturidade a três meses  está nos 0,788 por cento, enquanto a taxa a seis meses se situa nos 1,055 por cento e a taxa a 12 meses  nos 1,274 por cento. (noticia do Público)

Mas estranhamente, alguém anda com mais €€€ no bolso?

Não, pois foi aqui que encontrei a segunda.....

Gráficos com a data de ontem (7 de Setembro), que dão conta de uma evolução bastante positiva dos spreads, neste caso do Banco Santander Totta. 

 

Os bancos são livres de fixar os spreads mas, muita atenção,  só nos novos contratos. Nos restantes a subida de spreads só em situações especificas contempladas nos contratos iniciais e depois de devidamente informados os clientes, o que nem sempre acontece.

Todos os bancos têm um livro castanho, é o livro de reclamações, e são obrigados a fornece-lo sempre que lhes for solicitado. Reclamem, sempre que se sintam lesados.

 


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publicado por maria mendonça, em 03.09.09 às 15:20link do post | favorito

Independentemente de se gostar ou não, do tipo de  apresentação que é feito por esta senhora, a verdade é que andava a incomodar muita gente e como por um toque de magia, acaba-se o "Jornal Nacional" da sexta-feira, o que levou à demissão em bloco da direcção de informação da TVI (notícia JN). Como podem encerrar, num canal generalista, um bloco noticioso em horário nobre e com que fundamentos? A não ser que alguém se ande a sentir incomodado, e muito...

E será que ainda se lembram quando saiu Marcelo Rebelo de Sousa da TVI? A história repete-se. Após o  25 Abril e na ilusão de que dispomos de toda a liberdade, continua a perseguição às  vozes discordantes.

Em jeito de conclusão, e atendendo a notícias veiculadas pelo Público, estava agendado para o "Jornal Nacional" desta sexta-feira uma peça sobre o Freeport com com novos dados e bem documentados.

 

 

 


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publicado por maria mendonça, em 01.09.09 às 22:55link do post | favorito

O nosso primeiro veio hoje afirmar que se voltar a  formar governo, fará tudo para melhorar a relação com os professores. José Sócrates falava em entrevista à RTP.

 

"Porventura falhámos aí nessa forma de nos explicarmos. Deixar criar a ideia de que nós fizemos isso contra os professores é tão infantil, nunca esteve no nosso espírito. Se isso aconteceu, farei tudo o que estiver ao meu alcance para corrigir isso", disse. 
Sócrates admitiu que a sua personalidade pode ter contribuído criar este ambiente de crispação. "Não posso pôr isso de parte, mas não gostaria que isso acontecesse. Estou muito disponível para restaurar uma relação delicada e atenta a todos os problemas dos professores", frisou. Fonte: Público

 

De promessas, já os professores andam cheios. Fartamo-nos de alertar para os problemas que este sistema de avaliação poderia trazer, todos acharam que não queríamos ser avaliados.   Ele juntamente com  a Ministra, simplesmente, nessa altura estavam surdos, e agora veio para a televisão todo alegre fazendo promessas a torto e a direito. Teve muito tempo de governação para alterar o que estava errado, agora o tempo esgotou. Os professores não têm memória curta, não é com estas promessas que os vai ter ao seu lado.

A nossa escola pública está podre, cada medida que este governo tomou foi um tiro nos pés. Se continuarmos assim, hipotecamos o nosso futuro, que ainda reside nas nossas crianças.

 

Cada vez as crianças sabem menos e cada vez passam mais. Apesar de não vir nenhuma lei directamente do ministério, todos os professores sentem dificuldade em reter um aluno, e se for uma segunda retenção o cenário piora. Quer isto dizer que o aluno ao longo de nove anos, dificilmente reprova duas vezes. Acham isto normal?

E quanto às condições de passagem, alguém me sabe dizer com quantas negativas se reprova? Pois é, não existe nenhuma lei que defina isso. Enfim,...

Pelo bem do país, não me deixei convencer Senhor Primeiro Ministro das suas boas intenções. Lá diz o ditado, de boas intenções está o Inferno cheio.


 


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