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publicado por maria mendonça, em 21.09.09 às 23:53link do post | favorito

Ora, ora... um programa sobre sondagens, até parece que andaram a ler o meu post.

Finalmente, não sou a única a pensar que com margens de erro de 3%, mais vale não afirmar nada e neste momento, está tudo em aberto.

 

Agora questiono-me, num país onde a "iliteracia matemática" é imensa, será que a maioria da população percebeu o que se falou sobre intervalos de confiança, a diferença entre sondagens e previsões e de que modo o resultado de uma sondagem pode influenciar o eleitorado? É que uma sondagem influência e até pode alterar a intenção de voto. É por este motivo que o  líder do CDS, Paulo Portas já veio defender a  proibição de resultados de sondagens durante a campanha eleitoral.

(Quando menciono iliteracia matemática, falo a todos os níveis de escolaridade, infelizmente existem muitos economistas e gestores de empresas que nem sabem como passaram a estatística e outros que ficaram pendurados com o canudo por causa desse "cadeirão".) 

 

 

Outra questão, durante o programa falaram que parte do população decide o voto na hora de colocar a cruzinha. Parece um pouco absurdo, uma decisão tão importante, que influência a vida dos outros, a nossa e a do país, e é decidido em cima do joelho, como um bom português, é sempre nas últimas... deve ser por isso que estamos neste estado.


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publicado por maria mendonça, em 15.12.08 às 00:41link do post | favorito

José Sócrates , defendeu , este domingo, que a melhor forma de defender o emprego é através da formação dos portugueses, num discurso perante cerca de três centenas de pessoas na cerimónia de entrega de diplomas a dezenas de formandos do Centro de Formação Profissional do Seixal no âmbito do Programa Novas Oportunidades.
"Mais qualificações garantem mais emprego, mas garantem também a redução de desigualdades", disse José Sócrates, acrescentando que "Portugal é um país muito desigual e que uma boa sociedade é aquela que é menos desigual".  (via Correio da Manhã)

 

Desde que José Sócrates criou o programa novas oportunidades, as qualificações do portugueses dispararam. Mais qualificação deverá ser sinónimo de mais saber e mais competência, não sei se esses cursos resultam realmente num acréscimo de competências ou se são mais para a estatística.  

Agora, quanto a afirmar que mais qualificação garante mais empregos, que se pronunciem os milhares de desempregados licenciados, para quem o facto de ser licenciado lhes fecha muitas portas, pois têm qualificação a mais. 

 

 


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